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Darwinismo Sináptico e Geostatítica em Modelação Espacial da Biodiversidade

38. M.H. Simões, M. Caetano, V. Ramos, J. Almeida, Darwinismo Sináptico e Geostatística em Modelação Espacial da Biodiversidade, in ESIG´2002 - VII Encontro de Utilizadores de Sistemas de Informação Geográfica, USIG, Tagus Park, Oeiras, 13-15 de Novembro 2002.

Abstract: O conhecimento da diversidade biológica associada aos sistemas agrícolas e agroflorestais, assim como dos processos que a determinam é um factor crucial para garantir a sua conservação e monitorização. As aves são dos grupos taxonómicos frequentemente utilizados como indicadores da biodiversidade geral de um sistema devido à sua importância de conservação, à relativa facilidade em recolher informação e à sua razoávelmente rápida capacidade de resposta às alterações que se verificam no meio. As metodologias de amostragem das aves do tipo Atlas, onde todo o espaço é sistemáticamente percorrido, não são muito usadas. Normalmente, devido às constrições financeiras e temporais, opta-se por seleccionar aleatóriamente um conjunto de pontos representativos da área a estudar, e a efectuar a recolha dos dados apenas nestes locais. Para inferir estas grandezas no espaço não amostrado apartir da informação disponível é necessário recorrer a modelos que quantifiquem as suas características. Os métodos deterministas de inferência espacial (polígonos de influência, triangulação, inverso da potência das distâncias), têm apenas como objectivo a interpolação espacial dos valores observados, não fornecendo medidas de incerteza relacionadas com o fenómeno, com as observações e com o método de inferência, além de poderem ser contraditórios com a estrutura espacial da grandeza a estimar. Os modelos geoestatísticos permitem superar estas lacunas quantificando a estrutura espacial e avaliando a incerteza na caracterização do fenómeno espacial. De entre eles, destacam-se os modelos de simulação ao gerarem imagens equiprováveis com a mesma variabilidade espacial dos valores observados. Estas imagens representam o comportamento extremo simultâneo da variável em estudo. As imagens de satélite através das suas características espectrais podem ser utilizadas para diferenciar as diversas ocupações do solo, sendo abundante a informação nelas contida quando comparada com os níveis de amostragem das variáveis de biodiversidade. As redes neuronais através da sua capacidade de apreensão de um determinado contexto e de melhoria do seu desempenho com a aprendizagem sucessiva de exemplos, permitem classificar todos os pixeis de uma imagem em valores de biodiversidade através da generalização da informação que absorveram durante a fase de treino. Neste artigo aplicam-se técnicas de geoestatística e de aprendizagem por evolução neuronal para efectuar a simulação estocástica da biodiversidade avifaunística. A aprendizagem por auto-organização é efectuada a partir de um mecanismo emergente e bio-inspirado recentemente proposto - Darwinismo Sináptico - que sendo simples, altamente adaptável e de rápida convergência permite uma alternativa robusta às regras clássicas de aprendizagem de Hebbian, com possibilidades de integração de largas quantidades de dados, como aqueles provenientes dos vários layers de informação e usuais em análise e modelação de recursos naturais. Testa-se ainda a mais valia da utilização de imagens de satélite como informação de suporte ao processo de inferência espacial da biodiversidade e a possibilidade de obtenção de cartografia de ocupação do solo de qualidade semelhante à obtida apartir de fotografia aérea. As metodologias são testadas no Parque Natural do Douro Internacional (PNDI) e utiliza-se uma base de dados (BD), recolhidos entre Maio e Junho de 1999, contendo informação sobre 271 pontos de contagem de aves obtidos aleatóriamente sobre uma amostra estratificada de 8 classes de ocupação do solo. Desta BD fazem ainda parte um conjunto de variáveis ambientais, utilizadas na avaliação dos factores biofísicos que afectam a diversidade ornitológica.

Keywords: Biodiversidade, Darwinismo Sináptico, Detecção Remota, Geoestatística, Redes neuronais.

Related Works:

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[...] Interactions among many sporuliferous and ubiquitous abstractions may lead to increasing reality [...] V. Ramos, 2001.
http://www.laseeb.org/vramos + http://www.chemoton.org. Vitorino Ramos (Nov. 2007).